Tuberculose

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Teles de Araújo responde às dúvidas mais frequentes sobre Ambiente e Qualidade do Ar Interior

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Testemunho na primeira pessoa da vivencia do Cancro do Pulmão

Marta Drummond responde às dúvidas mais frequentes sobre Apneia Obstrutiva do Sono

RELATÓRIO ONDR 2011

DESAFIOS E OPORTUNIDADES
EM TEMPOS DE CRISE

Ver Relatório

CAMPANHA ÁRVORE AZUL

Baseia-se na solidariedade individual e colectiva e tem como objectivos desenvolver actividades e angariar os fundos necessários ao apoio aos doentes respiratórios crónicos, em todas as suas vertentes.

Adira já inscrevendo-se na:

LIGA DOS AMIGOS DA FPP

Montepio Geral conta com o NIB 0036.0083.9910003613295

Iº CONGRESSO - O ESTADO DA SAÚDE EM PORTUGAL
Outubro de 2010

Conclusões

Iº FORUM AMBIENTE E SAÚDE RESPIRATÓRIA
Maio de 2010

Resumos e Conclusões

RESPOSTA DO ESPECIALISTA

Caso não encontre resposta

Coloque a sua questão

Parceria da Fundação Portuguesa do Pulmão com o IADE


O IADE e a Fundação Portuguesa do Pulmão consideram de mútuo interesse promover o reforço da cooperação teórico-prática e técnico científica entre as duas Instituições, pelo que assinaram um Protocolo a fim de concretizarem esse objectivo, nomeadamente em áreas como programas de investigação, execução de projetos específicos, atividades de consultoria e integração na vida ativa de jovens graduados pelo IADE.

14 e 15 Outubro 2011 - II CONGRESSO DA FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO

Realizou-se em Lisboa no Auditório da Associação nacional das Farmácias, nos dias 14 e 15 de Outubro, subordinado ao Tema Infecções Respiratórias, um Desafio Multifactorial, com a participação interessada de cerca de duas centenas de congressistas.

As Sessões iniciaram-se com a apresentação do Relatório de 2011 do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias. Nele se confirma, mais uma vez, que não obstante os importantes ganhos em saúde que têm ocorrido em Portugal nas últimas décadas, as doenças respiratórias continuam a ter um peso significativo, tanto em morbilidade (3ª causa de internamento prevalência superior a 40% na população portuguesa), como em mortalidade (mais de 12% dos óbitos).

Relatório ONDR 2011 - Desafios e oportunidades em tempos de crise

Constata-se ainda que parece haver alguns progressos no controle das doenças respiratórias crónicas, ainda que haja muito trabalho a fazer para assegurar equidade e universalidade de cuidados a estes doentes, sendo necessário encontrar novas formas de organização e de resposta. Dada a subida exponencial das despesas com a saúde, há que ter em grande atenção o custo-benefício das medidas tomadas, tendo em mente que as decisões deverão considerar não só os custos directos das doenças como os indirectos.

As infecções respiratórias continuam um problema relevante tanto em Portugal como no resto do Mundo, justificando-se pois a pertinência do Tema do Congresso. Em Portugal as Pneumonias e as Infecções das Vias Aéreas Inferiores continuam a ser cada vez mais frequentes. As pneumonias atingem anualmente 120.000 a 150.000 portugueses, obrigam a mais de 40.000 internamentos e causam mais de 5.000 óbitos (1ª causa por doença respiratória).

Foi analisada a epidemiologia das pneumonias na comunidade e hospitalares, o armamentário das defesas imunológicas e suas falhas e o papel deletériodo tabaco, como facilitador das infecções.

A actual situação da gripe, da infecção VIH - Sida e da Tuberculose em Portugal, foi tratada com pormenor e apontadas algumas dificuldades e perspectivas futuras. Foram também abordados aspectos particulares das infecções respiratórias na Fibrose Quística e nos doentes sob terapêuticas biológicas.

Foi ressaltado o papel fundamental da Prevenção das Infecções, quer por recurso à vacinação (gripe, vacina pneumocócica), quer pela tomada de todas as medidas de minimização dos riscos de contágio.

Sendo já um problema relevante, e preocupante no futuro próximo, foi analisada a situação actual das multiresistências aos antimicrobianos em Portugal. Na sequência a conferência final abordou, com grande elegância, o Tema da necessidade de novos antibióticos e das dificuldades actuais, que se perspectiva virem a aumentar, para a investigação e desenvolvimento de novas moléculas.

Conclui-se que a actual situação das infecções e os tempos de crise que atravessamos impõem estratégias novas e uma abordagem multidisiciplinar no combate às infecções respiratórias, tendo em atenção o elevado sofrimento que provocam e os pesados custos sociais e económicos.

24 de Junho de 2011- O Ministério da Saúde divulgou os Relatórios elaborados
pela Comissão Nacional para os Cuidados Respiratórios Domiciliários

A referida Comissão nomeada por despacho de 7 de Junho de 2010, com uma mandato de 6 meses elaborou, após árduo trabalho dos seus membros, 4 Relatórios entregues no final de 2010.Dela fizeram parte dois representantes da Fundação Portuguesa do Pulmão: o Dr. Teles de Araújo e a Professora Paula Pinto.

18 de Junho - Lisboa - II Feira da Saúde Respiratória



Realizou-se mais uma Feira da Saúde Respiratória em Lisboa no Jardim Vieira Portuense, com a imprescindível colaboração na organização e logística da Câmara Municipal de Lisboa e o apoio dos organismos associados da Fundação: a Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Reabilitação, a Liga Humanitária contra o Cancro, a Associação Chama Saúde, a Associação Portuguesa dos Asmáticos, a Associação Nacional de Tuberculose e Doenças Respiratórias e os Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa.

Num espaço magnífico procurou-se criar um ambiente agradável e atrativo para as famílias e nele desenvolveram-se um conjunto de acções de informação sobre as doenças respiratórias, de rastreio e de aconselhamento. Os lisboetas acolheram bem a iniciativa e aos que acorreram ao local foi feito um inquérito de sintomas respiratórios, exame espirométrico e doseamento do monóxido de carbono aos fumadores. Perante os resultados foi prestada informação e aconselhamento médico.

Contamos ainda com um concerto da Banda dos Sapadores Bombeiros de Lisboa.

A ocasião foi aproveitada para fazer a apresentação pública da mascote da Fundação e lançamento da Campanha Árvore Azul.

Neste dia a Liga dos Amigos da Fundação Portuguesa do Pulmão deu início à sua actividade apoiando a Campanha Árvore Azul.

18 de Junho - Apresentação da Mascote da Fundação e Campanha Árvore Azul

Tendo em mente que duas das missões principais da Fundação são o envolvimento da Sociedade Civil no problema das doenças respiratórias e o apoio, por todos os meios, à protecção e acompanhamento dos doentes respiratórios crónicos, a Fundação, em colaboração com o seu parceiro a SERIES, fez a apresentação pública da sua Mascote e da Campanha Árvore Azul. Esta Campanha é apoiada pela Liga dos Amigos da Fundação Portuguesa do Pulmão e tem como uma das suas mais destacadas dinamizadoras a atleta Rosa Mota.

A Campanha da Árvore Azul baseia-se na solidariedade individual e colectiva e tem como objectivos desenvolver actividades e angariar os fundos necessários ao apoio aos doentes respiratórios crónicos, em todas as suas vertentes.

Os fundos obtidos para essa campanha serão geridos tendo em vista exclusivamente os fins a que ela se destina. Para tal foi criada uma conta própria no Montepio Geral com a designação FPP, FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO, CAMPANHA ÁRVORE AZUL com o NIB 0036.0083.9910003613295.

31 de Maio - Guarda - Dia Mundial sem tabaco
Assinatura do Protocolo de cooperação entre o Centro de Estudos Ibéricos e a
Fundação Portuguesa do Pulmão

Na Sala António Almeida Santos, na Câmara Municipal da Guarda, o Centro de Estudos Ibéricos realizou uma Sessão subordinada ao Tema Tabaco ou Saúde, à qual a Fundação Portuguesa do Pulmão se associou, nomeadamente através do seu núcleo distrital da Guarda, graças ao dinamismo do Dr. Luís Ferreira.

Integrado nessa Sessão procedeu-se à assinatura do Protocolo de Cooperação entre a Fundação Portuguesa de Pulmão e o Centro de Estudos Ibéricos, tendo por objectivo promover a realização de actividades que visem a promoção da saúde respiratória, a prevenção das doenças e a defesa dos interesses e direitos dos doentes respiratórios, particularmente na área de influência do CEI.

O CEI constitui uma plataforma de diálogo, encontro de culturas e centro de transferência de conhecimentos, de ensino, formação e investigação, congregando vontades imprescindíveis ao fomento de relações entre pessoas e instituições, contribuindo para superar barreiras e estimular a cooperação.

A cerimónia de assinatura foi presidida pelo Engenheiro Joaquim Carlos Dias Valente, Presidente da Câmara Municipal da Guarda e representante da Direcção do CEI e pelo Professor Doutor Santos Rosa, director da Faculdade de Medicina de Coimbra. O Dr. Jaime Pina fez a apresentação da Fundação e a DRª Alexandra Isidro, coordenadora do CEI, anunciou os termos do protocolo, que em seguida foi assinado pelos representantes das duas Instituições, o Engenheiro Joaquim Dias Valente (CEI) e o Dr. Teles de Araújo (FPP).

Em seguida o Senhor Presidente da Câmara Municipal da Guarda e o Dr. Teles de Araújo teceram considerações sobre a importância do protocolo e as suas expectativas de que a sinergia de acções contribua para a prossecução dos objectivos das Instituições subscritoras e seja uma mais valia para a saúde respiratória das populações da sua área de influência.

O TRATAMENTO DO DOENTE INSFICIENTE RESPIRATÓRIO CRÓNICO
Teles de Araújo - Jaime Pina

Respiro logo vivo!

A respiração, função desempenhada pelo pulmão, é essencial à vida. Se há falência do órgão desempenhar a sua função de oxigenar o sangue e de o libertar do dióxido de carbono, a vida está em perigo.

É perante esta realidade que devemos encarar a relevância das medidas terapêuticas que procuram colmatar a insuficiência respiratória e definir a melhor forma de as executar. Entre estas medidas, no doente insuficiente respiratório crónico, salientam-se a oxigenoterapia e a ventiloterapia domiciliárias.

O sintoma cardinal da insuficiência respiratória é a dispneia, situação angustiante para o doente que toma consciência de estar em risco a sua vida e que, por isso, é geradora de enorme sofrimento, angústia e ansiedade. Esta realidade torna o doente especialmente sensível à qualidade dos cuidados que lhe são prestados e cria situações de estreita ligação, e mesmo dependência, face aos seus cuidadores.

A Fundação Portuguesa do Pulmão tomou já posição pública acerca da prestação de cuidados de saúde a doentes respiratórios crónicos necessitando de oxigenoterapia e ventiloterapia domiciliárias, que agora se reitera (ver texto em www.fundacaoportuguesadopulmao.org).

Tratando-se de técnicas que colmatam a falência de um órgão permitindo a manutenção de vida, devem ser encaradas como verdadeiros cuidados de saúde, sejam executadas em internamento, sejam executadas no domicílio dos doentes.

Esta realidade deve ser tida em conta quando se equaciona a forma de contratualizar com empresas do sector privado a forma de prestarem esse serviço. De forma alguma pode ser encarado como um mero fornecimento dum bem ou serviço, mas antes como parte integrante da prestação de cuidados de saúde. Deste modo as empresas devem ser consideradas como parceiros das equipes que, no terreno, tratam destes doentes, com os direitos e deveres que advém desse estatuto.

Como dizíamos no documento acima referido, deve haver uma perfeita articulação e mútua confiança entre o médico prescritor, obedecendo a normas estabelecidas, a entidade que presta o serviço e o doente.

O doente sabe que a qualidade de vida, e mesmo a possibilidade de continuar a viver, dependem do bem que lhe é fornecido e dos instrumentos que permitem a sua aplicação. Daí ser natural e desejável que o doente tenha confiança na qualidade do serviço que lhe é prestado e se estabeleça empatia entre o fornecedor, representado pela equipa que o visita, e si próprio. Tende pois a haver fidelização do doente que, contudo, deve ser caldeada pela certeza que o doente deve ter da possibilidade de exercer a livre escolha, se o serviço deixar de o satisfazer.

Igualmente o médico prescritor deve ter confiança no prestador, avaliar a qualidade do serviço prestado e ter garantida a possibilidade de aconselhar a mudança de prestador se para tal tiver razões objectivas.

Estamos perante recursos terapêuticos caros e que, para serem úteis, devem ser adequadamente utilizados. Daí que a prescrição deva ser correctamente feita por médicos habilitados para que o consumo de recursos se traduza em ganhos em saúde e melhor qualidade e mais vida para os doentes. Igualmente compete ao médico avaliar se a prescrição está a ser cumprida.

Compete à tutela definir as regras de contratualização com as empresas fornecedoras, tendo em atenção estarmos perante a prestação de cuidados de saúde, por forma obter menor consumo de recursos, desde que esteja garantida a qualidade dos mesmos, em todas as suas facetas. Compete-lha ainda promover e avaliar a qualidade da prescrição e criar mecanismos de controle do efectivo cumprimento da mesma.

Continuamos a defender o princípio de que todos os doentes necessitando de oxigenoterapia e ventiloterapia domiciliárias deverão poder de usufruir dos mesmos direitos independentemente da Região do país ou do sub-sistema a que pertençam, nomeadamente no que diz respeito a regimes de comparticipação e acesso ao oxigénio liquido.

Igualmente consideramos necessário que seja garantida a excelência e qualidade dos cuidados prestados, a qual deve ser permanentemente avaliada e monitorizada. Deverá ainda ser salvaguardado o direito dos utilizadores (doentes) serem elemento activo na avaliação dos cuidados respiratórios domiciliários.

Como defendemos no documento Doenças Respiratórias Crónicas em Portugal: Estratégias, Intervenções e Desafios, todos os intervenientes no tratamento dos doentes respiratórios crónicos, nomeadamente os insuficientes respiratórios, incluindo as empresas prestadoras de cuidados respiratórios, deveriam estar organizados em rede - Rede Nacional de Cuidados Respiratórios assente em Sistemas de Informação e Comunicação eficientes e amigáveis - por forma a que os doentes pudessem fluir com facilidade nos diversos níveis de cuidados, facilitando dessa forma a obtenção dos cuidados mais adequados e, assim, melhorando a sua qualidade e esperança de vida.

Lisboa, 24 de Maio de 2011,
Teles de Araújo
Jaime Pina

23 a 31 de Maio - Castelo Branco


A FPP, através da delegação de Castelo Branco, irá participar na Marcha pelo Coração 2011 a decorrer na manhã do dia 29 de Maio em Castelo Branco. Esta marcha dirige-se à comunidade albicastrense estando prevista a participação de um elevado número de alunos e familiares. Este ano realiza-se a 9ª edição, sendo a organização da mesma da responsabilidade do Agrupamento de Escolas Afonso Paiva de Castelo Branco e da Associação de Profissionais de Educação Física de Castelo Branco.

A FPP estará representada através de T shirts com o seu logotipo nos ateliês na área da chegada da marcha, promovendo a participação dos "marchantes" num rastreio espirométrico (contando com apoio da GlaxoSmithKline), essencialmente dirigido a fumadores e ex-fumadores. Estão ainda previstas sessões de esclarecimento e jogos desportivos que alertem os alunos e familiares para temas relacionados com a saúde respiratória, nomeadamente sobre Asma e actividade física e sobre Tabagismo.

A FPP delegação de Castelo Branco foi convidada pela Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias de Castelo Branco (ESALD) a participar nas actividades do Dia Mundial sem Tabaco , 31/5/2011, através de uma sessão de esclarecimento sob o tema "O tabaco e o meio escolar", alertando para a capacidade dos docentes promoverem a abstinência tabágica através de uma "intervenção breve" junto dos alunos e seus familiares.

Nesta semana (23 a 27 de Maio de 2011) decorrem rastreios espirométricos em lares de idosos do distrito de Castelo Branco (Salgueiro, Castelo Branco e Alcains) (com o apoio da Novartis).

20 de Maio - Lisboa - II Fórum da Fundação Portuguesa do Pulmão



Na prossecução da sua política de realizar Fóruns multidisciplinares destinados a debater temas de relevância para promoção da saúde respiratória e da qualidade e acessibilidade dos serviços de saúde prestados aos portugueses, a Fundação realizou o seu II Fórum dedicado ao Tema Acompanhamento do Insuficiente Respiratório Grave - Que Futuro?

O Fórum decorreu no Auditório dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa, com a participação de cerca de 100 pneumologistas, médicos de família, fisiatras, fisioterapeutas, enfermeiros de reabilitação, cardiopneumografistas, doentes com insuficiência respiratória crónica e outros interessados. Contamos ainda com a participação activa dos Organismos Associados da Fundação

A Sessão Inaugural foi presidida pelo Dr. Francisco George, Director Geral da Saúde que abordou a problemática das doenças crónicas e as perspectivas futuras, a que se segiui uma conferência pela Professora Ana Escoval sobre o Tratamento do Doente Crónico Fora dos Hospitais de Agudos. Seguiram-se quatro mesas redondas subordinadas aos temas: 1) Panorama Actual em Portugal; 2) Cuidados Respiratórios Domiciliários; 3) Inovação e Qualidade , uma Realidade Necessária e 4) Os Desafios do Futuro.

Foi possível encontrar um fio condutor em todas as intervenções e o amplo debate que se seguiu a cada mesa, permitiu tirar importantes conclusões, as quais serão em breve divulgadas e levadas ao conhecimento das Autoridades de Saúde.

13 DE MAIO DE 2011 - UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR DA QUINTA DA LOMBA - BARREIRO

Ao abrigo do Protocolo entre a Fundação Portuguesa do Pulmão e a BIAL, realizou-se mais uma Sessão Teórica - Prática destinada a médicos de Clínica Geral e Medicina Familiar, na Unidade de Saúde Familiar da Quinta da Lomba - Barreiro.

A sessão abriu com uma breve introdução feita pelo Presidente da Fundação, após o que o Dr. Gustavo Coimbra abordou o tema, baseando-se numa exposição das bases teóricas da técnica e numa apresentação de múltiplos casos clínicos, exemplificativos do interesse do exame na abordagem dos doentes com DPOC e com Asma, no diagnóstico diferencial destas patologias e no seguimento da evolução clínica dos doentes.

A Sessão, que despertou bastante interesse entre os médicos da Unidade de Saúde, terminou com um período de esclarecimento das duvidas que os presentes quizeram levantar.

Consideramos estes Sessões como uma forma útil de divulgar a importância da espirometria na abordagem dos doentes com doenças respiratórias crónicas e um contributo para um melhor acompanhamento destes doentes.

7 de Maio - XXX Regata Internacional da Queima das Fitas

A Fundação Portuguesa do Pulmão considera que o Desporto, adequadamente praticado, contribui para a saúde respiratória. Por esse motivo a FPP apoia as actividades desportivas e procura sensibilizar praticantes e público em geral para a necessidade de a defenderem. Integra-se nesse objectivo o apoio dado à XXX Regata Internacional da Queima das Fitas, realizada em Coimbra.

A Regata Internacional da Queima das Fitas de Coimbra é considerada a maior prova de remo que se realiza em Portugal. Este ano estavam inscritos mais de mil atletas de vários países. As provas realizaram-se em dois períodos: manhã e tarde, terminando com a prova mais importante - SHELL 8 com timoneiro, à qual concorreram 16 equipas que disputaram duas semi-finais.

A Fundação Portuguesa do Pulmão patrocinou esta prova de SHELL 8, oferecendo os três primeiros prémios, tendo participado nesta cerimónia o Presidente da FPP - Dr. Teles de Araújo e o Presidente da Delegação de Coimbra - Dr. João Rui G de Almeida.

Para além destes prémios, a Organização da Regata convidou a FPP para várias cerimónias de entrega de prémios ás equipas concorrentes.

A Delegação de Coimbra da FPP montou um espaço para a realização de rastreios, espirometrias, testes de CO, distribuição de volantes e T-shirts, e várias acções de sensibilização para as Doenças Respiratórias.

Durante o dia (manhã e tarde) assistiram a esta Regata milhares e milhares de pessoas que se distribuíram pelas duas margens do Mondego.

2 A 6 DE MAIO - FARO ESPAÇO SAÚDE EM DIÁLOGO

No âmbito da parceria com a Plataforma Saúde em Diálogo, a Fundação Portuguesa do Pulmão, uma das 39 Instituições que integram a Plataforma, organizou uma Semana da Saúde Respiratória no Espaço Saúde em Diálogo em Faro, durante a semana de 2 a 6 de Maio.

Foi a Delegação de Faro da Fundação, presidida pelo Dr. Ulisses de Brito, que teve a responsabilidade desta organização, a qual despertou grande interesse na população a que se destinava.

Durante a semana, que englobava o Dia Mundial da Asma (4 de Maio) realizaram-se, de forma gratuita, rastreios respiratórios, exames espirométricos, sessões de ensino do uso de inaladores e sessões de esclarecimento ao público em geral sobre saúde respiratória.

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